Tudo isso junto e misturado. A dinâmica das empresas já vinha numa “batida” acelerada em todos os sentidos. Todos os processos sofrem alterações a cada dia e quem não acompanhar essas mudanças e correr atrás de se manter atualizado, sem sombra de dúvidas, vai ficar esquecido para os consumidores.
Essa volatilidade é bem-vinda, do ponto de vista de que faz as empresas se manterem antenadas com o mundo, e não tem como ser diferente porque o consumidor sabe o que está acontecendo de novo e quer se manter no ápice. O consumidor é moderno, compra coisas modernas e de um jeito moderno.
Tudo isso é complexo para alguns e simples para outros. Tá, mas o que fazer?
Em 2020 muitas incertezas bateram à porta, as que já eram conhecidas e outras que nunca ninguém imaginou vivenciar, e todas elas tiveram e ainda terão que ser desvendadas.
Afinal, gerir nesse contexto é um grande desafio porque fomos programados a agir buscando certezas, ou ao menos, minimizando incertezas. Previsibilidade, plano de ação, olhar para o passado para planejar o futuro… era isso que norteava as ações de um bom gestor.
Bom, aí entra o sentimento de um bom empreendedor, buscar recursos e soluções no meio do nada. Há quem diga que é no caos ou nos momentos de dificuldades que surgem as melhores oportunidades ou as melhores ideias. Isso é verdade!
Em resumo, o que faz muito sentido em tudo isso é a certeza de que os últimos meses fez muita gente repensar conceitos, planos, projetos, a forma de administrar suas empresas, e até a própria vida.
O ano de 2020 então, fez com que a gente se desse conta de como o mundo está todo conectado, que as nossas ações impactam pessoas que nem se quer conhecemos e da responsabilidade que temos sobre isso.
Isso tudo exige que todos os profissionais, que querem se destacar no mundo de hoje, desenvolvam competências relacionadas a soft skills, que nada mais é do que buscar se destacar através de suas habilidades comportamentais e competências subjetivas. Como exemplos podemos citar: a famosa criatividade, a tão complicada resiliência, o pensamento crítico, a flexibilidade, colaboração, ter uma visão estratégica do todo. Além, claro, da inteligência emocional.
Por fim, embora ainda seja um grande desafio para os gestores, construir um time com perfis muito mais comportamentais do que competências técnicas estão valendo muito mais a pena para as organizações prosperarem.
O essencial é entender que as empresas podem atuar de forma mais ampla, descentralizando o poder e dando mais autonomia aos seus agregados, para que cada colaborador seja capaz de otimizar os processos e resolver problemas que estão enxergando. Sendo assim, as decisões ganham maior agilidade e as empresas tendem a crescer e tornar os clientes mais satisfeitos nesse mercado volátil, complexo e incerto.
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